segunda-feira, dezembro 17, 2007

EUA invadem o Brasil e velhinha mata Bush

E se o George W. Bush Imperador Megalomaníaco Descerebrado resolvesse invadir o Brasil para tomar o nosso petróleo? Abel Filho pensou nisso e produziu a animação “O dia em que o Brasil foi invadido”.

A animação de recortes foi feita como projeto de conclusão do curso de publicidade e propaganda. O filme mostra a hipotética invasão do Brasil pelos EUA, com o objetivo de tomar posse dos recursos naturais do país. A elite das forças especiais do exército americano irá liderar a invasão. Só um país será o vencedor. Adivinha quem ganhou? Só vendo, contado não tem graça. E o vídeo tem muita graça...



Esse vídeo me lembrou uma senhora que costuma ficar na Praça do Ferreira, em Fortaleza. Ela simplesmente odeia os Estados Unidos e o Bush. Sempre que alguém toca no assunto, ela se altera e começa a grita e até joga pedras nas pessoas.

Abaixo uma entrevista que os TheMents (Eu, Téo e George) gravaram com ela. Na ocasião ela contou com mataria o “Busho”.


quarta-feira, dezembro 12, 2007

Sobras da facul

Dias e dias sem postar nada. Culpa do fim do semestre novamente. Duas provas, um artigo, uma reportagem e o três contratualistas tiram a paz de qualquer ser humano. Tô produzindo um monte e essas coisas não são publicadas em canto nenhum. Pra não deixar todo esse material jogado em algum lugar empoeirado do meu HD, vou passar a postar os trabalhos que eu estou fazendo na faculdade aqui no blog.

Vou começar com os personagens de um trabalho sobre os terminais de ônibus de Fortaleza. Claro que cortei alguns parágrafos. Pra internet tem que ser menor mesmo.



Chico Antônio, o ídolo do Antônio Bezerra
Todos os dias, Chico Antônio chega ao terminal por volta das 8:30 e inicia a sua rotina. Ele anda pelas filas, com a mão estendida, pedindo “um real”. A fala descoordenada, como os passos, chama a atenção dos que esperam o transporte. Chico Antônio parece estar sempre sorrindo, isso gera uma simpatia peculiar que lhe rende muitas moedas. Para guardá-las dentro da sacola azul, que fica pendurada no pescoço, ele tem um ritual próprio: segura a moeda, esfrega nas outras que já estão dentro da bolsa, separa novamente e guarda. Faz isso com todas.

Antônio Souza, com não é conhecido Chico, tem 47 anos e pede esmola no terminal a quinze. Mora com a mãe aposentada e o irmão. Por dia, ele arrecada, em média,R$ 40,00. “Mas dizem que ele dá o dinheiro todinho pro pastor”, lamenta Jair Tertuliano, que trabalha em uma lanchonete. Chico vai a Igreja Universal do Reino de Deus todas às quartas-feiras e domingos para “buscar força”, como ele afirma. Quando perguntado sobre o valor de suas doações à igreja, ele desconversa e sai. É provável que não saiba. Segundo Jair, Chico tem dificuldade em contar a que ganha. “Ele acha que moedas valem mais do que cédula. Já o vi trocar uma cédula de R$ 5,00 por R$ 0,60 em moedas”.

A fama de Chico Antônio não se restringe apenas às plataformas do terminal Antônio Bezerra. Ela já chegou à internet. Em novembro do ano passado, foram publicados dois vídeos no YouTube onde Chico imita o Silvio Santos, sua especialidade. O número de acessos até agora é pequeno, menos de 150. Mas é o bastante para consolidar a fama do pedinte. “O Chico Antônio tá até na internet”, alguns contaram com um ar de orgulho.


sexta-feira, dezembro 07, 2007

Utilidade Nerd: Site traduz frases para a língua do R2D2


Se você é um dos milhares de fãs de Star Wars, provavelmente sempre ficava com uma pulga atrás da orelha quando com o R2D2 “falava”. A linguagem composta por apitos e assobios do dróide astromecânico só era compreendida por seu parceiro C-3PO. Isso mesmo, “era”. Na web, o site R2D2 Translator traduz qualquer frase em inglês ou português para a língua do R2D2.

A sentença pode ter no máximo 30 caracteres. Caso o usuário queira, o site permite o download do áudio da tradução em MP3 para o computador. Assuma o seu lado geek e que a força esteja com você.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Mudando o olhar


Não me entendam mal. Mas ainda não me adaptei à algumas mudanças do mundo. Hoje, percebi isso no ônibus. Eu estava tentando passar pelas milhares de pessoas que estavam no corredor para não perder a minha parada (locais onde os ônibus param. Por isso se chama “parada”. Adoro coisas que dizem diretamente o que são. É prático). Quando eu estava chegando perto da porta, uma moça que estava no corredor não percebeu a minha pressa e permaneceu lá, parada. Tentei por um lado, pelo outro, nenhum espaço apareceu e minha parada se aproximava.

Eu não sabia o que fazer. Não gosto de dar aquela batidinha no ombro. Acho excesso de intimidade. Paranóia. Quando todas as opções estavam se esgotando, uma luz apareceu. A dita moça tinha uma tatuagem na nuca em forma de coração alado. Dentro coração estava escrito em letras pequenas “Márcia”. Não hesitei e disse:

- Dona Márcia, a senhora poderia me dar licença? Eu preciso descer.

Para o meu espanto, quem respondeu ao meu apelo foi uma outra mulher que estava na frente da moça com a tatuagem.

- Carol, sai da frente que o rapaz quer passar.

É isso aí. A moça com a tatuagem na verdade se chamava Carol e a tatuagem era uma homenagem à sua namorada: a Márcia, que tinha a voz mais grossa que a minha e os ombros mais largos também. O que isso tem a ver com o jornalismo? Nada e tudo. Com o episódio aprendi duas coisas:

1. Preciso rever alguns conceitos
2. Nem tudo é o que parece

Com isso, acabei lembrando de um comercial engraçado que envolve cerveja, balé e um cara que pensa diferente.


segunda-feira, dezembro 03, 2007

Asterpix.com - Hipervídeo para todos

Ver vídeos na internet é bem legal, isso ninguém duvida e o YouTube serve de prova. O problema é que eles não proporcionam nenhuma interatividade. Algumas tentativas de dar “vida” aos vídeos na web já vinham sendo colocadas em prática como, por exemplo, a reportagem feita pela Agência Brasil. Nela o usuário encontrava elementos clicáveis ao longo dos vídeos, que davam mais informações. Para fazer isso foi necessária uma equipe enorme e muito trabalho. A iniciativa foi classificada como “hipervídeo”. Mas, agora, qualquer um pode fazer algo parecido com o Asterpix – Hipervídeos para todos.

O Asterpix.com coloca links dentro dos vídeos, ou melhor, coloca espaços clicáveis dentro do vídeo. Ou seja, o site faz hipervídeos pra você. Quando o sujeito clica neles, vai outro site. Para fazer isso é muito fácil. Você nem precisa fazer o upload do vídeo para o Asterpix. Ele mesmo pega o link do Youtube e faz o trabalho. Em três passos simples é possível fazer todo o processo.

Eu estou muito empolgado com isso (deu pra notar?). Essa pode ser uma ótima ferramenta para o jornalismo. Os vídeos podem conter mais informações do que simplesmente a imagem e o som. O usuário pode se aprofundar em determinado assunto que viu no vídeo. Basta clicar.



domingo, dezembro 02, 2007

As pessoas gostam do lixo da internet

Em Novembro de 2006, em publiquei dois vídeos no Youtube para fazer um teste. O primeiro era de uma entrevista com o jornalista Ricardo Kotscho no programa Comitê de Imprensa. Para quem estudante ou é jornalista eu nem preciso (ou não precisaria) dizer quem é Kotscho. O outro vídeo é de uma esculhambada briga de casal que foi veiculada na Tv Diário.

Agora, um ano depois de eu ter postado os vídeos, fui conferir o número de exibições que cada um teve. O resultado não me surpreendeu, mas me deixou assustado. O vídeo do casal brigando na TV Diário foi acessado 122.215 vezes. Enquanto o pobre do Kotscho ficou com vergonhosos 229 (acho que esses 29 foram meus).

Para mim, isso prova que a maioria dos interneutas busca apenas diversão na internet, e diversão de má qualidade. Apenas um número muito pequeno consegue utilizar a web como uma ferramenta para o seu desenvolvimento intelectual ou pra consumir entretenimento de boa qualidade. O que preocupa é que os profissionais da comunicação também entram nesse bolo. Quem deveria fazer a diferença está no mesmo barco da maioria. É uma pena.

Para aplacar a minha ira contra a humanidade, coloquei abaixo a primeira parte do documentário “A TELEVISÃO É A IMAGEM DA BESTA ?”. Eu já tinha colocado ele neste blog antes, mas “vale a pena ver de novo”.



Enquete sobre o WordPress

Só pra encerrar a questão do WordPress, eu fiz uma pequena pesquisa via Twitter com alguns carinhas legais que usam WP. A pergunta era: "Qual a principal vantagem do WordPress para o blogueiro?".


Leonardo Fontes - BlogueIsso!

"Controle"


Sampson - Inovavox

"o wp é o melhor, simplesmente. :)"


Gilberto - Uêba
"Daria para responder em 7 ;-) : "plugins", eles te dão infinitas opções. Mas adiciono a facilidade de customização de temas..."

Rafael Dourado - Netlus
" Plugins, personalização, material pronto e gratuito, flexibilidade, SEO, semântica... Ele é bom pra quase tds, não só blogueiros."

O Rafael também já tinha feito um post sobre as vantagens do WP, inclusive para os desenvolvedores do sites. Outro site legal para pensar o tema é o do próprio WP. Espero que as informações ajudem!

quarta-feira, novembro 28, 2007

Word Press, a dúvida continua


Fim de semestre é uma droga. Todo professor acha que só existe a disciplina dele no mundo e passa um monte de textos, trabalhos e apresentações. E as outras coisas da vida como ficam?? Além disso, ainda estou vivendo um drama virtual que está tirando o meu sono: eu mudo ou não mudo para o WordPress?

A Maira Vasconcelos já comentou dizendo que já está no WP. E eu!?!? Na verdade, eu já estou no WP também, mas eu não tinha dito nada aqui. Logo eu, que já tinha virado referência no Blogspot. Fiz, mas ainda não estou com tesão. Enquanto isso, a faculdade me chama. Quando der eu volto a relatar algo de útil.

- Diga tchau Lilica.
- Tchau Lilica!

terça-feira, novembro 27, 2007

Marketing viral: isso pega

Ilustração do É Triste Viver de Humor
Via: Blog do Tas

O POVO vai tá no blog

Na segunda-feira, 26, o site O POVO.com.br lançou oficialmente o O POVO do blog, o blog da redação do jornal. Nele, segundo a matéria do próprio jornal, “o internauta vai encontrar discussões sobre jornalismo, desenho gráfico, publicidade, informações sobre matérias, séries de reportagens, programas e cadernos especiais que foram veiculados ou estão sendo elaborados” e mais um monte de assuntos ligados à comunicação.

A idéia é criar uma ponte direta entre o fazer jornalístico e o leitor. No blog, os fotógrafos, repórteres e editores poderão contar as histórias das histórias que eles estão escrevendo. Até agora, existem 30 pessoas (muuuuita gente!) cadastradas para fazerem as postagens no blog.

A iniciativa é boa e segue uma tendência mundial dos sites de notícias. Legal! Mas ter o blog é apenas o primeiro passo. Um dia, Marcelo Tas, o guru da multimídia, disse: "Existe muita gente que fala 'olha eu tenho um blog'. É a mesma coisa que falar 'olha eu tenho uma caneta Bic'. Tudo depende do que você vai fazer com ela [...]”. Ou seja, o blog é apenas mais uma ferramenta. Tudo depende de quem escreve e o que escreve. Se bem utilizado, até um pedaço de carvão pode fazer muito barulho.

Vamos esperar e ver o que O POVO vai fazer com uma “caneta Bic multimídia”.

Enquanto esperamos, pra vocês não ficarem sem fazer nada, eu fiz uma boa lista de blogs de outras redação e seções de blogs de outras empresas de comunicação.